Empresas gaúchas investem em energia solar para reduzir custos

By admin
3 julho 2017
Sem Comentários
87 Views

Quem é empresário sabe a quantidade de tributos pagos para comercializar seus produtos. Com a crise econômica do país, a ordem é cortar despesas, enxugar os custos e, principalmente, economizar. A energia elétrica, por exemplo, é um serviço básico para qualquer empreendimento, mas sobre a qual também incidem impostos e taxas que a tornam um produto caro.

Porém, é possível diminuir a conta de energia elétrica através da energia solar. Uma saída viável encontrada por muitos empresários da Região Noroeste do Rio Grande do Sul. Na cidade de Tuparendi, recentemente a Cemacon realizou a instalação de dois sistemas de energia fotovoltaica.

Há dois meses, Júlio Rohenkohl optou pela energia fotovoltaica, principalmente, para diminuir os custos de seu mercado. O Mercado do Júlio possui 105 módulos, com capacidade de gerar 27,30 kWp, os quais são responsáveis por gerar energia elétrica para o estabelecimento comercial e uma residência. “Hoje gastamos de R$ 6 mil a R$ 7 mil de luz, com a casa e o mercado. Pretendemos reduzir a conta de energia elétrica em 50%”, prevê Júlio.

Apesar de recente, ele conta que está bem otimista com o sistema. “Esse é um dos melhores investimentos. Nossa intenção é expandir o sistema nos próximos meses. Primeiro vamos ver os resultados, para depois avaliar as vantagens. Mas se possível, vamos aumentar a capacidade de geração”, afirma o empresário.

Também em Tuparendi, a empresa de Vanderlei Kapper, que instalou o sistema fotovoltaico da Cemacon há 6 meses, já garante economia na conta de energia elétrica. “Antes a gente pagava mais de R$ 300 por mês, agora está entre R$ 70 e R$ 80. Baixou bastante”, afirma Vanderlei. Os 32 módulos, com capacidade de gerar 8,32 kWp estão instalados no telhado da empresa, a Kapper Materiais de Construção, e geram energia elétrica para o prédio comercial e mais três residências.

Para a aquisição do sistema, foram financiados 50% do sistema, através de uma linha de crédito específica para energia solar. “Pelos nossos estudos, o sistema vai se pagar em 6 a 7 anos. Depois desse período é que vem o lucro real”, estima Vanderlei. Mas além da economia, o empresário também pensou no impacto ambiental, ao aderir à energia solar fotovoltaica. “Além da questão econômica, nossa preocupação também é com o meio ambiente. Há, por exemplo, as hidrelétricas, que para sua construção acabam ocasionando impactos ambientais. E aqui o impacto é mínimo”.

Se você possui uma empresa e quer reduzir os custos de energia elétrica, conheça o sistema de energia fotovoltaica da Cemacon e comece a gerar sua própria energia através do sol!

Comentários Fechados.